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[[[...Saturday, March 25, 2006...]]]
MÁRIO
Aquele Mário...
:: GOOSE 3/25/2006 06:07:06 PM [+] ::
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E LÁ SE FOI...
E lá se foi aquele cabelo comprido e os "quase-mullets" adquiridos depois de um longo tempo sem cortar a "juba". Tudo começou com a minha mãe que sempre quis que eu deixasse o cabelo crescer (vou falar so do cabelo para não ter que falar que ela pensa que eu devo fazer tatuagens, beber todas, sair todos os dias da semana...). Eu sempre cortei e mantive meu cabelo curto. Bom, nem sempre. Era até grande quando eu era um molequinho loiro 100% dependente - até mesmo para determinar como, quando e onde meu cabelo seria cortado. Enfim, esse tempo se foi há alguns anos.
Contudo, depois de anos usando daquele velho e tradicional G.I. Cut, aquele do exército americano, e, para a alegria da minha mãe, decidi deixar o cabelo crescer e assim o fiz. Acho que foram uns bons 18 meses (ou algo assim). Claro que aparei algumas vezes. Caso contrário, estaria parecendo mais o Capitão Caverna do que o super-heroi infantil que acabou por se parecer mais comigo: o He-Man (sem aqueles poderes todos, claro. Algumas pessoas do escritório acham que está mais para o Príncipe do Shrek[não sou chato e arrogante daquele tanto!]).
Agora, depois de tanto tempo, visual novo e penteando o cabelo apenas com as mãos (o que é, diga-se de passagem, muito bom e prático), só quero ver a reação da minha mãe quando chegar em casa.
:: GOOSE 3/25/2006 01:38:01 PM [+] ::
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[[[...Monday, March 20, 2006...]]]
BATATA DO McDONALD'S
Hoje foi um dia átipico. Meus pais viajando no final de semana e eu, em casa, o mestre da culinária, certo?! ERRADO! Portanto, nada melhor para um desastrado da cozinha do que ter um shopping com uma praça de alimentação perto de casa. Não deu outra. Duas horas da tarde, horário mais do que razoável para se ter fome, lá fui eu para o tal shopping.
Chegando ao shopping fui direto para a praça de alimentação buscar comida. Para meu arrependimento - por ter escolhido o shopping e não outro local menos cheio - não havia uma única cadeira ou mesa disponível. Foi aí que tive a brilhante idéia de pegar algo fácil e prático para comer. Foi aí que cheguei ao McDonald's. Pensei que com um sandwich não teria problemas para me acomodar em qualquer canto. Um banco no corredor, sei lá.
Na hora do pedido, um sandwich de frango, uma coca-cola e - não podia faltar - uma porção batata! Nada extraordinário, certo? Certo. Até ai tudo bem. Entrei na fila. Fiz o pedido e esperei. Enquanto esperava, a atendente ia colocava os pedidos nas bandejas em frente aos clientes. A minha estava lá, ainda, sem meu pedido. Em pouco chegou o refrigerante. Em seguida, a batata. Foi ai que eu, já morto de fome, tasquei a mão na batata. Quente, crocante, saborosa e sequinha. No ponto. Pouco depois, repeti o gesto.
Até ai tudo bem. Minha batata, meu refrigerante, minha fome... Só que não é bem assim. Percebi isso quando foi colocado na bandeja um BigMac. Lembre-se, não pedi BigMac. Foi ai que a mão de um estranho passou na minha frente e pegou o refrigerante, o BigMac e a "minha" batata... Lesson learned: "Não coloque o carro na frente dos bois", a batata pode não ser sua. Claro que pedi desculpas e perguntei se não queria a minha batata em troca daquela já desfalcada, mas a cara do cliente e sua voz ao dizer "deixa pra lá, não tem problema" não foi das mais amistosas. Não insisti. Cada um com sua batata. Cada um para seu lado.
:: GOOSE 3/20/2006 12:22:25 AM [+] ::
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ROLLING STONES E O RIO DE JANEIRO - PARTE IV
Enfim chegou o dia. Graças a GOL - já que Deus não coloca passagens de avião à R$50,00 - consegui, depois de muita fritação no site daquela empresa, comprar passagens para ir buscar o carro que já devia estar num cantinho dos "achados e perdidos" da concessionária. Já estava preocupado. Sério. Há um tempo consideravel o carro ja tinha ficado por lá e meu contato com "ele" era apenas através do pessoal da assistência técnica que me ligava e/ou eu ligava para ter notícias.
No parágrafo anterior, nao sei se você percebeu, mas escrevi "passagens". Sim, passagens. Não porque a compra da passagem de volta é obrigatória, mas porque naquele preço tinha que comprar para os meus amigos também. Foi ai que, numa bela manhã de sábado, por volta de 06:00 horas, consegui compra-las. Eu até tentei avisar meus amigos RalphD. e GeorgxxxyMeister mas somente consegui avisar o primeiro da aquisição e ele logo topou - mesmo com o sono peculiar de toda manhã e o raciocínio lento que acompanha o horário. Como é notório e todos sabem, ele, GeorgxxxyMeister, é como o Garfield, he doesn't do mornings!!! Imaginem se ele cogitava atender o telefone antes de 14:00 horas daquele dia?! Impossível. Ele nãz isso. É praticamente contra sua religião. E foi aí que ele "deu end". Tudo bem. Eu ja tinha as passagens garantidas. Só não contava com a recusa por parte de GeorgxxxyMeister que, sem mais nem menos, ou por motivos ainda não esclarecidos, disse não. Tudo bem, foi ele que não foi ao Rio! E a passagem não foi de todo perdida. Ficou de crédito na GOL para uma viagem ainda por vir.
Passada a semana entre a compra das passagens e a data da viagem, estávamos prontos para ir. Lógico que por ser uma passagem promocional, o horário não era dos melhores. O vôo era um logo pela manhã de sábado, dia 11 de março, saindo às 06:45am do aeroporto de Confins, ou seja, uns bons 40-60minutos de carro! Se fizer a conta: Vôo as 06:45am - 50minutos antes para check in (50' para não dizer 60') = 05:55am. Só que não acabou. Ainda tinha a "viagem" pra Confins. Logo, 05:55am - 50' = 05:05am. Então, por volta de 05:05am de sábado, foi o horário que saí de casa. Nesse horário, mais ou menos, RalphD. passou em na minha casa já no taxi. Entrei e me acomodei tirando a água da roupa do temporal que estava caindo. Check in feito, entramos no avião e nada de atrasos. Em pouco mais de 40 minutos estavamos no Rio de Janeiro.
Do aeroporto direto para a concessionária que fica no bairro Botafogo. Chegamos cedo e tivemos que esperar abrir. Tranquilo. Tem uma banca de revistas e jornais de frente para a loja de carros. Foi assim que passamos o tempo. Ainda tenho a revista. Tão logo o relógio marcou o horário entramos na concessionária e procuramos pelo carro. Lá estava ele. Há dias parado no pátio. Lógico que precisava de uma carga na bateria. Colocamos um carro ao lado e, com a ajuda do pessoal de lá, em pouco tempo estava tudo funcionando. O que vale falar do encontro com o carro é que, enquanto estava dentro pisando no acelerador para dar a carga necessária na bateria do carro, de repente, pelo retrovisor, vi, aos gritos e berros - além de uma luz forte - uma empregada da loja gritando: "Fogo! Fogo! Ajuda!". Uma tomada da parede da concessionária se incendiou. E, a manhã tranquila e de tempo relativamente ruim se transformou em algo até engraçado. Mas foi só um pequeno susto. Nada como uma "baforada" do extintor de incêndio.
Com o carro em perfeito estado fomos para o hotel descansar. Apagamos. Mais a tarde, fomos almoçar e, como o tempo não ajudou, nada de praia. Já à noite, fomos para a "night" carioca. Mais promissora que a de BH (lógico!), mas não é muito a minha praia. Filas, filas e mais filas... Não tenho paciência com isso. Coloque isso com o tempo ruim e você tem o resultado: hotel. Pela manhã, fechamos as coisas, fizemos o check out e pegamos a estrada de volta pra BH. Nada como subir a serra de Petrópolis com o carro novo em folha! Bem melhor do que "descer" (ainda mais quando o carro não está andando!).
A viagem foi tranquila e a tarde estavamos de volta em BH. Em BH, nada diferente. Mais do mesmo. BH nunca muda. É incrível. Tudo bem, de volta a terra do pão-de-queijo. Trabalho, faculdade, rotina, previsibilidade... Welcome back e fim da história.
:: GOOSE 3/20/2006 12:02:21 AM [+] ::
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[[[...Thursday, March 09, 2006...]]]
FELIZ DIA INTERNACIONAL DAS MULHERES!
Para todas a mulheres do mundo! Não podia deixar passar em branco!
Parabéns e felicidades!
:: GOOSE 3/9/2006 12:57:45 AM [+] ::
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ROLLING STONES E O RIO DE JANEIRO - PARTE III
Com a situação mais do que definida - logo na sexta-feira, perto de Petrópolis-RJ, quando o carro nos deixou a pé - a solução foi curtir o resto do domingo no Rio com os "heróis da resistência", GeorgxxxyMeister, Hong e as "TwinTowers". Sim, estavamos todos preocupados com o trabalho, com o carro, com o fato do sol estar se pondo e a piscina do hotel estar esfriando. Logo, piscina para os que não foram dormir.
Já no final da tarde, ou inicio da noite, encontramos para decidir sobre a programação de segunda que, imaginávamos, seria o dia em que retornaríamos atrasados de nossa aventura pelo Rio de Janeiro. Decidimos fazer como todo bom Carioca faz e faria numa situação como a nossa: sentamos em um boteco no calçadão. Lá pelas tantas, decidi retornar ao hotel pois precisava dormir para pilotar o carro serra acima. Bom, lá fui eu. Os demais foram perambular pela cidade e, se não tivesse incubido da função de motorista e tivesse que estar cedo na mecânica (uma autorizada) para agilizar a volta, teria ido junto. Enfim, não fui e apaguei.
Acordamos cedo, juntamos as coisas e, ao procurar as "TwinTowers" que estavam em outro quarto, adivinhem?! Sim, tinham saído. J-Tower e R-Tower são demasiadamente tranquilos. Tudo está bom, tudo está ótimo, chove e está excelente, faz sol e tudo melhora... Não tem tempo ruim com eles. R-Tower ficou no Rio. Disse que iria esperar um amigo (ou amiga) que chegaria em alguns dias. Eles haviam saído pra dar um volta pela praia. Retornaram perto do limite do check-out.
Tudo certo, malas prontas, endereço da autorizada em mãos, chamamos um taxi. Uma coisa eu tenho que falar: TAXI EM BELO HORIZONTE É CARO! Tudo bem, vocês podem dizer que a frota é nova, que a BHTrans fiscaliza tudo (na minha opinião a BHTrans só me enche de multas, mas isso fica pra outro dia...) e até mesmo que os taxistas são simpáticos e conduzem bem (isso fica por sua conta), mas taxi fora de BH é muito barato. Ou melhor, taxi em BH é caro. Enfim, chegamos a concessionária. Ficamos por lá um tempo. Pedimos para que agilizassem o serviço, que olhassem tudo (tudo da parte que diz respeito à alimentação de combustível já que "diagnosticamos" pelos "sintomas" apresentados pelo carro) e que nos comunicassem assim que estivesse tudo pronto.
Ninguém é de ferro e ficar numa espécie de sala de espera numa concessionária de veículos não é e não tem como ser das coisas mais divertidas. Mesmo com televisão, revistas e jornais por lá. A concessionária é no Botafogo e bem perto de um shopping com um Outback SteakHouse... uhmmm... steak.... Bom, fomos para o Outback. Refil de refrigerante por uns R$5,00. Foi isso que bebi. Já os demais... Bom, de comida, não me recordo. Mas comemos bem e pedimos umas costelas com um molho de não sei o que. Meio doce. Mas estava ótimo. Fomos super-bem atendidos. Acho que GeorgxxxyMeister encantou as atendentes do local. Como falam por ai: "menino de ouro esse Georgxxxy!" Depois de bebermos consideravelmente bem (sim eu bebi, mas fiquei no refrigerante e mais, no meio do caminho - sabe-se lá como - Georgxxxy descobriu acidentalmente que estavamos no horário de 'happy hour'. Logo, em cada cerveja ganhavasse mais uma!) e comermos ótimamente bem, ganhamos uns porta copos do restaurante. Super bem-vindos! Valeu Outback!
Retornamos à oficina por volta de 5pm. Lembre-se, era segunda-feira e precisavamos voltar pra BH. Ao chegar fui direto ao departamento de serviços e, por mais estranho e surpreendente que soe, fui informado que naquele carro, o que parou conosco na estrada e nos forçou a passar a noite em Petrópolis, não foi encontrado nenhum defeito! NENHUM! Acho que na empolgação e felicidade de ter o carro em boas condições chamei meus amigos e partimos em direção à famosa capital do estado do "pão-de-queijo".
Enfim, confusões à parte, no caminho de volta, ainda na cidade do Rio de Janeiro, tiramos as últimas fotos lá no Porcão, um que fica na saída da cidade antes de pegar a Linha Vermelha. E, como se não bastasse, depois de tudo isso, ainda erramos o caminho (falta de comunicação do navegador, né, Georgxxxy?!) e saimos de frente para a Candelária. Um verdadeiro tour pelo Rio.
Pegamos a Linha Vermelha. A tal Linha Vermelha é bem famosa por seus 'imprevistos' e Mr.Hong já estava inquieto no banco traseiro. E foi aí, durante o trajeto pela Linha Vermelha que o carro começou com aqueles sintomas já conhecidos da ida. Isso tudo por volta de 7pm. Aos trancos e barrancos conseguimos chegar a um shopping em São João do Miriti (não sei se o nome está correto, mas é algo assim. Uma cidade pequena logo na saída da cidade maravilhosa).
Já tínhamos visto esse filme. Carro na estrada em viagem - em tese - turística e precisando chegar ao destino tanto almejado. Incrível. Isso tudo em aproximadamente 72hs! GeorgxxxyMeister e J-Tower precisavam deseperadamente retornar a BH e assim o fizeram. Hong ficou. Pegaram um taxi no shopping e partiram. Liguei para concessionária (que nao fecha às 6pm) e solicitei que enviassem um reboque. O reboque, de acordo com o responsável, chegaria por volta de 9pm. Portanto, o jeito era esperar. Sim, esperar. Novamente. E, porque não, conhecer um pouco do tal 'shoppingzinho' local.
Por volta do horário informado o reboque chegou. Imaginem o que é pegar carona no reboque de volta para o local de origem, àquela hora, sem local exato para pernoitar?! Foda. Entregamos o carro na concessionária e liguei para um amigo, o 'primo', o Gomide. Na verdade ele é mais 'primo' do "BomDia" - que é meu primo - do que meu 'primo'. Consegui um belo de um favor com ele e pudemos passar a noite por lá em sua residência, na Barra. Foi aí que descobri que a Barra fica longe e que um taxi no Rio de Janeiro pode ficar caro. Mas lembre-se, 2 pessoas, depois de 10pm, bandeira 2... Uns bons R$50,00 foram embora do Botafogo a Barra. Mas o importante era chegar e descansar. Afinal, não tinha mais como ficar no Rio. Infelizmente.
Na casa do Gomide tudo ótimo. Já não nos encontrávamos há algum tempo e batemos papo até comprarmos as passagens de volta para BH pela internet. O anfitrião tinha que continuar com sua vida, ia pegar um vôo logo cedo e ainda tinha que acabar uns trabalhos. Portanto, lá foi ele para seu pc. Enquanto ele teclava buscando formatar as coisas, deixar o trabalho apresentável e como o chefe gosta, lá fui eu puxar o sofá-cama enquanto Hong se apoderava do quarto de hóspede. Depois de mais um dia longo e cansativo, uma bela noite de sono. Valeu Gomide!
Manhã de terça-feira e lá estávamos nós na Barra. Arrumamos as coisas, esperamos o horário e... mais um taxi. Dessa vez para o Galeão. Chegamos na hora do almoço, passamos rapidamente por uma lanchonete no Galeão, não tinhamos troco para inteirar os 10% (que, btw, não são obrigatórios!), engolimos a comida e chegamos ao check-in. Do check-in para o portão de embarque, do portão de embarque para o avião. Aí, foram só uns minutos para pousarmos em Confins.
Já em BH, passagem rápida em casa e fui para o escritório. Uma hora tinha que aparecer, né?! De lá, para a faculdade. E aí, meu dia só acabou por volta de 11pm.
Há quem diga que é o "efeito Rolling Stones". Bom, saberemos em breve. Dia 11 estarei no Rio para pegar o carro, então, só mais um pouco de paciência porque já já estará disponível a parte IV desse longo, confuso e até engraçado caso.
...to be continued...
:: GOOSE 3/9/2006 12:56:07 AM [+] ::
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[[[...Wednesday, March 01, 2006...]]]
ROLLING STONES E O RIO DE JANEIRO - PARTE II
Chegada a grande hora, encaramos o desafio de sair do hotel. O comentário era de que mais de 1.000.000 de pessoas iriam comparecer ao evento. Logo, mesmo com o show marcado para depois do Big Brother - sim, nada aqui nesse país funciona antes ou durante a novela e seus anexos (leia-se BBB) - o negócio era sair relativamente cedo.
Estavamos em um hotel praticamente ao lado da praia e não gastaríamos mais do que 5 minutos em condições normais e, mesmo com o show, não gastamos mais do que 10 para chegar a praia e pegarmos um lugar bom, de frente para o palco. De frente para o palco não significa perto (tenha sempre em mente que a área dita "VIP" reservada para "estrelas" e "celebridades" era de frente ao palco). Mas nada longe. E mais, por mais que duvidem, a locomoção por lá não estava difícil. O ambiente estava relativamente tranquilo e sem tumulto. Coisa digna de um mega-show.
O show em sí foi sem comentários, e falar que os Titãs tocaram antes, ou que uma banda de reggae (nunca sei como se escreve) também participou da abertura do show dos Stones, é desnecessário. Até porque, acredito, são poucas as bandas que não "passariam batidos" frente ao mega-espetáculo dos dinossauros do rock. Mas tudo bem, eu digo: os Titãs tocaram.
Fui para o show com a "velha" turma dos alumni da EABH. RalphD., GeorgxxxyMeister e Hong. As "TwinTowers" também estavam lá, bem como os amigos-agregados colegas de trabalho do RalphD.. Na praia estava animado. Música da melhor qualidade, local maravilhoso, pessoas que não acabavam mais. Se você não foi, perdeu. Se você foi, você sabe do que estou falando! E, para aqueles que duvidam, pelo menos onde estávamos, nada de confusão, assalto, brigas etc. Tudo na mais perfeita ordem. Depois do show, de volta ao hotel. Cansados, suados, exaustos e simplesmente transtornados (isso é chamado "efeito RollingStones") nada melhor que um banho.
Como o domingo se transformou do "dia de voltar" para "mais um dia na cidade maravilhosa" - já que o carro somente 'ficaria' pronto na segunda-feira - fomos a praia pela manhã. Sim, nós mineiros somos quase que uma praga que assola o litoral brasileiro. Já reparou como "estamos em todas"? Pois é, no domingo não foi diferente. Pegamos um ônibus próximo ao hotel. O Mestre Francis é praticamente um carioca da gema e, portanto, não tem como se perder no Rio com ele por perto. Uma vez no ônibus, Ipanema Beach, here we go!
Depois de pegar uma "corzinha" (sim, eu "pego uma cor", fico vermelho quando fico no sol), voltamos ao hotel para que a metade da turma pudesse voltar a BH. Tomaram banho, pegaram as malas e zarparam. A outra metade, como já devem imaginar, ficou no Rio aguardando o conserto do carro. Então, mais uma noite na cidade maravilhosa.
...to be continued...
:: GOOSE 3/1/2006 08:46:59 PM [+] ::
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